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A grande viagem | Viagem/Pulamos para 2004 | Luz e ação | Dando retorno
Santarita3
A grande viagem

embarcando
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amiguinhas a vapor
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muito mágico
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         Cheguei meia hora antes da hora marcada, fiquei papeando com Madalena.À medida que o tempo passava, comentávamos que pouca gente havia chegado, onde será que o ônibus estacionaria...Com a Antonia organizamos nossa estratégia: elas tomariam conta de minha bagagem e eu saltaria na frente para pegar três bons lugares.

 

Fui a primeirinha a subir, levei uma bronca da guia.Ela estava muito tensa no início, depois pegou nosso jeito e nós o dela, al, al, al al a Chesca é muito legal.

Consegui os lugares atrás das primeiras poltronas que são as que têm mais espaço e que foram ocupadas (in) justamente pelos organizadores.

Sentamos Antonia e eu, do outro lado Madalena na janela e uma da frente quis convence-la a ceder seu lugar para o marido da outra que nem fazia questão e que depois ficou bem nossa amiga, a Zilda.

Passou um filme e depois o mesmo filme de novo, o som tinha ruídos, aí pedi para desligar.

Sandra apresentou o Paulinho, noivo da Tatiana: disse que ele não podia reclamar de nada porque ganhara a viagem.Bem, todos ganhamos a viagem, o Paulinho é um príncipe, não reclamou, mas tenho certeza que a apoiou do fundo do coração todas nossas manifestações pró e anti.

Não passou muito tempo, paramos.Por que?Sei lá, o fato é que já aí tivemos a primeira demonstração de como seriam as paradas.Longuíssimas.Levou um tempo até o povo se tocar que um horário deveria ser colocado para a volta.Mas qual ninguém estava nem aí para o relógio.Anda um pouquinho, descansa um pouquinho...

Jantamos num a churrascaria no Paraná, carne boa e barata, pena que a Antonia teve uma crise de sinusite.Mas os homens do grupo logo nos informaram que não, churrasco bom só o de São Paulo.Ta.

Dormi com metade de um comprimidinho que a Madalena me deu e achei reconfortante o local da parada do café, sóbrio e chique, mas houve quem não gostasse.

 

 

Depois de quase um ano um ano, chegamos em São Francisco de Paula no hotel Caçador Verde.Hortênsias por toda parte e uma bela piscina de água corrente.

 

À noite seguimos para Gramado para assistirmos ao espetáculo da Água Cantante na rua coberta.

Tudo lindo demais, de muito bom gosto das decorações na rua às encantadoras lojas, luzes, mil luzes.

Na volta passamos por Canela e gritei quando avistei a silhueta delineada por luzes da Igreja Matriz, construção de pedra em estilo gótico inglês, com torre de 65m de altura.Visão direto de conto de fadas.

 

O segundo dia me foge à memória, jantamos na Casa da Dinda onde servem galeto ao primo canto, morto entre o 25º e o 30º dia.Franguinho de leite, bom como os de antigamente.

 

No dia 30 podíamos acordar mais tarde, mas não nos chamaram e nós três quase não acordávamos para o passeio.

Visitamos uma fábrica de perfume, muito cheirosa, mas o povo levou horas comprando.

Felizmente, Roberto descobriu uma pousada maneira e tiramos belas fotos das serra gaúcha.

O dia continuou com compras e chocolates. E com chocolates e compras.Quem chegava na hora marcada ficava chupando o dedo, então todos já atrasavam pelo menos meia hora.Mesmo assim, quase sempre a maioria ficava esperando os compradores mais desesperados.Como até então pouco havíamos comido  fomos ao Café Colonial do Coelho com 80 itens.Achei a farra melhor que a comida.Tinha sanfoneiro, minhas duas amiguinhas me mandaram uma mensagem transmitida com  muito   entusiasmo pelo Thiago,cantamos  e dançamos.Comemos, bebemos...

Churrasco, bom chimarrão

Fandango, trago e mulher

É disso que o povo gosta

É isso que o povo quer

Eu achava que no lugar de povo se canta velho que para mim é o Getúlio, mas povo faz mais sentido.

 

Em meu ônibus começamos a fazer amizade e organizamos as primeiras manifestações: ate ate ate eu quero chocolate,ada ada ada,Marisa ta atrasada.

uso uso uso o motorista é confuso,inho inho inho o Mosca é fofinho.

 

 

No dia 31 acordamos muito cedo.A Chesca tentou nos ensinar la bella polenta, depois a pedidos eu tentei ensinar la bella polenta, mas a Vera Vaca não deixou.

P.S.Não estou ofendendo, só usei o nome dela do amigo secreto.

 

No caminho ficou evidente que faltava comunicação entre os dois ônibus, além de outras comunicações.O motorista se perdia nas rotatórias e perdíamos muito tempo.Durante algum tempo a culpa dos desacertos foi atribuída à Vilma, a poderosa loira guia do outro ônibus.Muito estranho.Perdemos a visita à fábrica Tramontina.Reclamei aca, aca, aca quero uma faca.

Em Carlos Barbosa ficamos esperando a Maria-Fumaça para Garibaldi e Bento Gonçalves.Nas paradas degustação de vinho e queijo.Na viagem, além da paisagem encantadora, show de cantos e danças e teatro.Tri-legal, comecei a pensar em fazer cursinho para falar como os gaúchos  tche.

As recepcionistas são tri simpáticas, parecem que realmente estavam amando trabalhar no último dia do ano.Bebemos, rimos, dançamos.E finalmente cantamos La bella polenta que se planta se cresce, se fiore, se corta, se cose, se taglia e se caga cosí.

 

Tcha Tcha Bum

A Zilda foi tirada para dançar por um artista e o Roberto ficou com ciúmes e disse que ela poderia ficar com o gaúcho, então todo mundo  criou o maior causo e inventamos que da próxima vez  em que andássemos no trem a Zilda seria uma das bailarinas e até calculamos quanto ela ganharia,aí a Zilda também  teve ciúmes do Roberto e o Roberto resolveu me namorar pra provocar a Zilda e rimos muito,pois no fim os dois se amam muito.

 

Em Bento Gonçalves fizemos uma visita à Cooperativa Vinícola Aurora.Um luxo os tonéis de madeira, a estátua de Baco, a graciosa bonequinha que nos guiou vestida de acordo, outra gaúcha que parecia não ter outra coisa na vida para fazer a não ser nos recepcionar.

E bebemos.E compramos.

No retorno, em algum momento nesse dia nos perdemos de forma espetacular, de repente estávamos a caminho de Porto Alegre, de repente alguém queria ir para Santa Catarina, mas um outro só queria chocolate.Chegamos a pensar que passaríamos o reveillon na estrada o que dá muita sorte.

A culpa era do Bigode,da Vilma,do Paulinho,menos do centro nervoso,afinal eles só mandavam e tinham os mapas.

 

Adeus ano velho

 

 

 

 

 

 

 

 

O anjo de gramado nos acompanha
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Mosca e Papai Noel
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voltando a ser criança
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