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Santarita3
Viagem/Pulamos para 2004

hortensias da sorte
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reveillon de prata
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Que venga 2004

A passagem do ano em São Francisco de Paula foi linda, com as moças exibindo roupas finas apesar do frio.As hoteleiras e o centro nervoso fizeram uma decoração em prata e prepararam a ceia com o maior carinho.

 

Amanheci no dia primeiro para o sol e as hortênsias.

O bônus foi sentir o cheiro das roupas estendidas ao sol.

Nosso prêmio foi desfrutar o lindo dia no Parque do Caracol.

A vista do elevador panorâmico é estrondosa.

Para passar o tempo esperando os eternos retardatários, encenamos a farsa do Dr Paulo cooptando D. Leia do PT.Hahahahahahahahahahahah!

Jantamos caseiramente no hotel.

 

No dia dois nos dividimos: um grupo foi às compras e outro foi à caça, ops.

Saímos cedinho para o Parque Nacional dos Amparados da Serra.

Na ida e na volta ficamos um tempão em Cambará onde tem um museu de coisas antigas e só.

Arrumamos um guia que nem precisava porque as duas trilhas permitidas aos turistas são fáceis e seguras.

Tivemos sorte, nem sempre o tempo permite o acesso às trilhas.

A vista do cânion de Itaimbezinho é bela, mas claro que o melhor do parque só aparece no filminho que deveríamos ter assistido antes de caminhar.

 

Valeu, o ar puríssimo, as vistas das serras, molhar as mãos em água pura e admirar como a mulher mais idosa do grupo demorou, mas realizou toda a caminhada.

As pessoas fazem muito barulho, curti andar um pouco sozinha com o silêncio, mas também curti ter conhecido outras pessoas.

 

Voltamos a tempo de eu usufruir a piscina.Foi muito bom nadar na água fria rodeada de hortênsias.

 

À noite, finalmente fomos à Churrascaria Cisne Branco onde provamos o churrasco na vala à moda dos tropeiros, a carne é assada por 6 horas.

O local é uma antiga fazenda, há danças típicas.

Foi muito divertido, quase todo mundo dançou, fiz o homem para a Zilma numa dança coletiva tri-legal, e apesar de não ser a maior fã de danças típicas, dei pinta de ser a maior dançarina encerrando o baile com o Tiago, que se queixou de que eu o deixava tonto.

 

Cedinho no dia três fui levar à Rodoviária minhas duas e chiques amiguinhas que voltaram de avião desde Porto Alegre.

Nossotros desfrutamos uma camaradagem final na piscina com muitas fotos e risos.

 

Apesar de ambos, Tiago e eu apontarmos ao grupo que se esperássemos só mais cinco minutos  sairíamos com huma hora redonda de atraso,todos perseveraram  no atraso só de 55 minutos..

Com o corte de toda a programação final (eu não gostei, afinal não voara de volta  com minhas amiguinhas porque queria ir a Caxias de Sul, fazer o tur em Curituba,etc), mas, tudo bem, parecia que a viagem seria feita num tempo decente.

 Sentei ao lado da Marialva, professora de História que tem um papo interessantíssimo.

Tudo sob controle, vigiávamos nosso motorista em cada rotatória.

Houve uma parada num lugar muito punk em que além de termos que formar imensa fila para só tomar um cafezinho, os preços eram absurdos.Admirei o marido da Sueli que disse que não devíamos comprar nada, mas eu mesma não resisti a um chocolatinho.

 

 

Trocamos os presente de amigo secreto

 

O zzzzzzz começou a aumentar no centro nervoso, celulares em pleno funcionamento.A importante questão era onde encontrarmos um bom restaurante que recebesse os 70Sugeri que já que era tarde podíamos tomar só um cafezinho com leite, alguém disse que impossível, acordaríamos no meio da noite esfomeados.

Na verdade, a coordenação tinha o tempo todo o Plano B. Desde que começamos a volta pelo litoral o que teve seu encanto, principalmente quando beiramos o mar e as lagoas, o projeto maior era saborear os enormes camarões em Laguna, Santa Catarina.

A coordenação foi absolutamente autoritária ao ficar horas discutindo e telefonando ao decretar onde cada ônibus comeria, ao reembarcar os passageiros do segundo ônibus que já haviam desembarcado para comer em outro local.

 

Reclamei um bocado por minha conta, protestei em nome do grupo, mas ninguém ouviu ninguém, no final, seria impossível mesmo fazer a vontade de cada um, depois não estávamos  em reunião petista nenhuma.Nós, os disssidentes também comemos do  camarão, que demorou a chegar, mas estava delicioso.Novamente admirei o marido da Sueli que protestou com uma greve de fome.

Para me acalmarem, alguns amigos me levaram para sentir a maresia.Controlei o desejo que me dera de desembarcar e passar a noite num hotelzinho praieiro.

Com ajuda do remedinho da Mada dormi como um anjo.

Inauguramos o desvio da Marta na Rebouças e chegamos ao centro da cidade exatas 24 horas depois.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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a última farra na piscina
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